Informações sobre o álbums
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  • galeria: Lixo eletrônico
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  • timestamp: 20120515130527
Fotos
Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática) começou a funcionar na USP no final de 2009. Iniciativa ligada ao Centro de Computação Eletrônica (CCE) desmonta computadores e usa peças em PCs remanufaturados ou reciclagem Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Técnicos do Cedir fazem triagem minuciosa daquilo que ainda funciona, além de separar os diferentes tipos de cabos, plásticos e metais, entre outros elementos que compõem um computador Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática, ainda restrito à USP, está previsto para abrir ao público no dia 1º de abril. Aqueles que quiserem levar seus eletrônicos usados para o centro deverão antes agendar a visita pelos telefones (11) 3091-6455 ou (11) 3091-6454. Galpão do Cedir, na foto, tem 400 metros quadrados Fabiano Cerchiari/UOL Mais
André Rangel Souza é um dos três técnicos que trabalha no Cedir, hoje com cinco funcionários. Ele desmonta computadores doados e testa as peças, para saber quais ainda podem ser usadas em PCs remanufaturados, que serão emprestadas a ONGs. ''É difícil conseguir uma memória RAM de 1 GB funcionando. Mas posso chegar a essa mesma capacidade juntando quatro pentes de 256 MB'', exemplificou ao UOL Tecnologia. Seu trabalho exige paciência Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Técnicos montam computadores usando para isso as peças de máquinas antigas-- até agora, o Cedir já montou dez máquinas que serão emprestadas a ONGs. Os itens que não funcionam são separados (plástico, metal e cabos, por exemplo) e vendidos para empresas de reciclagem Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Os cabos podem conter cobre, zinco, alumínio e até vidro, dependendo da função para a qual foram fabricados. A proposta do Cedir é separar os tipos de produtos eletrônicos ao máximo para conseguir assim vender esse lixo eletrônico a empresas específicas de reciclagem. Dessa forma, é possível arrecadar mais dinheiro com o descarte de produtos Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Em 2008, o Centro de Computação Eletrônica (CCE) coletou 5 toneladas de lixo eletrônico, montante pelo qual ofereceram R$ 1.200. ''As empresas de reciclagem trabalham com um único tipo de material. Se o foco dessa organização for metais preciosos, por exemplo, ela não vai se interessar em pagar por todo o plástico dos computadores descartados'', explicou Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE. Por isso, o foco do Cedir é separar os componentes e vendê-los a empresas de reciclagem específicas Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Para vender peças de computador a empresas de reciclagem de materiais específicos, é importante separar os diferentes tipos de cabos, plásticos e metais, entre outros elementos. Os plásticos exibidos na foto ao lado, por exemplo, são de diferentes tipos ? a indicação da composição aparece no lado de baixo dos antigos teclados e mouse Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Para vender peças de computador a empresas de reciclagem de materiais específicos, é importante separar os diferentes tipos de cabos, plásticos e metais, entre outros elementos. As placas, por exemplo, têm diferentes quantidades de metais (alguns deles preciosos), o que torna seu valor de mercado variável Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Caixa com placas de eletrônicos no galpão da USP onde fica o Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática) Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Caixa com disquetes no galpão da USP onde fica o Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática). Quando desmontado, um disquete pode ser dividido em plástico, metal e fita (parecida com as de K7). Os profissionais do centro ainda avaliam até onde devem chegar no desmembramento de produtos eletrônicos. No caso de disquetes, por exemplo, vale a pena separar o metal do plástico de todos esses itens? Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Caixa com placas de eletrônicos no galpão da USP onde fica o Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática) Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Placas são divididas por tipos: as chamadas ''leves'' têm menos metais e, por isso, menor valor de mercado. À direita, um engradado cheio de plástico dos eletrônicos descartados Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Para vender peças de computador a empresas de reciclagem de materiais específicos, é importante separar os diferentes tipos de cabos, plásticos e metais, entre outros elementos. As placas, por exemplo, têm diferentes quantidades de metais (alguns deles preciosos), o que torna seu valor de mercado variável Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática, ainda restrito à USP, está previsto para abrir ao público no dia 1º de abril. Aqueles que quiserem levar seus eletrônicos usados para o centro deverão antes agendar a visita pelos telefones (11) 3091-6455 ou (11) 3091-6454. Galpão do Cedir, na foto, tem 400 metros quadrados Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Irã Margarido, responsável pelo Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática, no escritório do Cedir. Todos os computadores usados pelos cinco funcionários do centro -- como esta máquina sobre a mesa -- foram montados com peças usadas de PCs doados Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Tereza Cristina Carvalho, diretora do CCE, e André Rangel Souza, o técnico de manutenção eletrônica do Cedir, mostram as diferenças entre os variados tipos de cabos utilizados na informática Fabiano Cerchiari/UOL Mais
''Carcaça'' dos computadores é prensada para reduzir custos com transporte até empresa de reciclagem. Fabiano Cerchiari/UOL Mais
''Carcaça'' dos computadores, depois de prensada. Cada bloco destes da foto tem nove estruturas de computadores descartados no Cedir-- por se tratar de material ferroso, esse ''lixo'' tem baixo valor no mercado Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Prensa utilizada para diminuir a estrutura dos computadores; objetivo é diminuir custos com transporte até empresa de reciclagem Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Centrais telefônicas antigas também já foram doadas ao Cedir. Estes equipamentos de telecomunicação, que aparecem na foto, são da própria USP Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Placas são divididas por tipos: as chamadas ''leves'' têm menos metais e, por isso, menor valor de mercado Fabiano Cerchiari/UOL Mais
A organização não governamental Greenpeace estima de 20 a 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são geradas no mundo a cada ano. Ainda de acordo com a ONG, o chamado e-lixo (e-waste, em inglês) responde hoje por 5% de todo o lixo sólido do mundo, quantia similar à das embalagens plásticas. Com a diferença de que, quando descartados de maneira inadequada, os eletrônicos podem ser mais nocivos Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Para vender peças de computador a empresas de reciclagem de materiais específicos, é importante separar os diferentes tipos de cabos, plásticos e metais, entre outros elementos. As placas, por exemplo, têm diferentes quantidades de metais (alguns deles preciosos), o que torna seu valor de mercado variável Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Os cabos podem conter cobre, zinco, alumínio e até vidro, dependendo da função para a qual foram fabricados. A proposta do Cedir é separar os tipos de produtos eletrônicos ao máximo para conseguir assim vender esse lixo eletrônico a empresas específicas de reciclagem. Dessa forma, é possível arrecadar mais dinheiro com o descarte de produtos Fabiano Cerchiari/UOL Mais
Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática, ainda restrito à USP, está previsto para abrir ao público no dia 1º de abril. Aqueles que quiserem levar seus eletrônicos usados para o centro deverão antes agendar a visita pelos telefones (11) 3091-6455 ou (11) 3091-6454. Galpão do Cedir, na foto, tem 400 metros quadrados Fabiano Cerchiari/UOL Mais

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