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    • Redes sociais [16852]; Vida digital [53786]; Facebook [16760];
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Você pode até achá-las pouco (ou nada) úteis, mas algumas pesquisas sobre comportamento nas redes sociais são, no mínimo divertidas. Tem as que comprovam o óbvio ululante (como a que diz que nove entre dez usuários ''espionam'' o perfil do ex), outras que deduram hábitos pitorescos (do tipo acessar o Facebook no banheiro, por exemplo) e até as que lavam a alma (por exemplo, metade dos usuários já excluiu amigos que publicam posts demais). Veja a seguir uma seleção com alguns desses estudos. Para compartilhar, use os botões abaixo das legendas Arte UOL Mais

Esse é um exemplo clássico de pesquisa que comprova um fato já conhecido no nosso cotidiano. Uma pesquisa americana indica que cerca de 46% dos usuários da rede social admitem ter excluído algum contato por ele compartilhar informações demais na Timeline. Além das atualizações "compulsivas", outros comportamentos reprovados e "punidos" com a exclusão da lista de contatos incluem compartilhar fotos excessivamente e curtir centenas de páginas de uma só vez Arte UOL Mais

Um estudo da Universidade de Brunel, em Londres, indica que seria bom você esquecer seu antigo amor: aqueles que não excluem ex-namorados(as) da rede social tendem a ficar mais angustiados e não conseguem ''seguir em frente''. O estudo, feito com 464 participantes, estima que cerca de um terço deles usava o Facebook para acompanhar as atividades do ex-parceiro. ''A pesquisa sugere que a exposição a um ex-parceiro via Facebook pode obstruir o processo de 'cura' depois do término da relação'', afirma a psicóloga Tara Marshall, pesquisadora-chefe Arte UOL Mais

"Stalkers", vocês não estão sozinhos (a palavra em inglês se refere a quem persegue alguém). A Western University do Canadá conduziu uma pesquisa que revelou que cerca de 88% dos usuários do Facebook espionam o que o ex faz na rede social Arte UOL Mais

O mesmo estudo da Western University do Canadá indicou que cerca de 48% das pessoas continuaram amigas dos seus ex-namorados (as) no Facebook. O que nos faz lembrar a pesquisa anterior sobre ''espionar seu ex faz mal à saúde emocional'', mostrada anteriormente aqui nessa galeria Arte UOL Mais

Como se não bastasse ficarem espionando o perfil do ex no Facebook, as pessoas querem saber se o antigo amor já está em outra. A pesquisa da Western University do Canadá indica que 74% dos entrevistados olhavam o perfil de pessoas que eles achavam ser o novo parceiro do ex Arte UOL Mais

Mais um indicativo do ''martírio'' emocional ao qual as pessoas se submetem ao ficarem olhando o perfil do ex-parceiro no Facebook. A pesquisa da Western University do Canadá mostrou que 64% das pessoas ainda reliam mensagens antigas dos seus ex na rede social Arte UOL Mais

Além de relerem as mensagens que o ex um dia postou para elas, as pessoas admitem ficar com ciúmes ao ver os novos posts do antigo parceiro. Cera de 52% dos entrevistados disseram sentir isso Arte UOL Mais

Enquanto uns se martirizam, outros se libertam. A pesquisa da Western University do Canadá apontou que cerca de 50% dos entrevistados tinham excluído fotos do ex dos próprios perfis Arte UOL Mais

Pergunta rápida: é mais difícil resistir a um cigarro, a um copo de cerveja gelado ou ao Twitter? Para pesquisadores da Universidade de Chicago, a terceira opção é a resposta. De acordo com um estudo feito pela universidade com voluntários na Alemanha, o impulso de fazer um comentário no Twitter é mais difícil de ser controlado do que a vontade de beber e fumar Arte UOL Mais

Um estudo realizado pelas revistas norte-americanas ''Shape'' e ''Men's Fitness'' mostrou que redes sociais e SMS podem agilizar o processo da conquista e, consequentemente, o sexo. Cerca de 80% das mulheres entrevistadas disseram terem tido relações sexuais mais rapidamente do que de costume porque a rede social ajudou a ''manter o contato'' com o parceiro. O número cai para 58% entre os homens Arte UOL Mais

Até onde chega seu vício pelo Facebook? Responda com sinceridade: você não consegue desconectar-se da rede nem quando está no banheiro, sentado no trono magnânimo? Você não é o único. Uma pesquisa da agência de marketing interativo norte-americana AIS Media concluiu que 27% dos americanos que têm conta no Facebook, acessam a rede enquanto estão no banheiro. A agência entrevistou aleatoriamente 500 americanos para calcular a estatística Arte UOL Mais

Pesquisadores da Universidade do Colorado chegaram à conclusão de que o Facebook pode ajudar a prevenir doenças sexualmente transmissíveis (DST). O estudo, publicado no Jornal Americano de Medicina Preventiva, foi realizado com jovens entre 18 e 24 anos, que recebiam conselhos sobre saúde sexual de uma página na rede social criada pelos pesquisadores. Cerca de 68% deles afirmaram ter usado camisinha durante relações sexuais. Já no grupo de controle, que não recebia as mensagens, apenas 56% afirmaram ter se protegido durante o sexo Arte UOL Mais

Um estudo da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, usou o Facebook para mostrar qual é a origem cultural de uma pessoa, se ocidental ou oriental. Como? Os pesquisadores simplesmente analisaram as fotos de perfis na rede social. Pessoas cujas raízes são da cultura oriental -- não importa onde estão morando atualmente -- tendem a usar fotos de perfil no Facebook que mostram o contexto do local onde a imagem foi captada. Já ocidentais publicam fotos no perfil da rede social que mostram apenas seus rostos Arte UOL Mais

Um estudo das Universidades do Alabama e de Lock Haven mostra que, em termo de tarefas múltiplas desempenhadas por estudantes, apenas o Facebook e a troca de mensagens de celular pareceram prejudicar a performance acadêmica, estando ligados a notas globais menores. ''Empenhar-se nessas duas atividades enquanto se tenta completar tarefas escolares pode atrapalhar o processamento cognitivo e impedir um aprendizado mais profundo'', diz o estudo Arte UOL Mais

O pesquisador David McCandless analisou durante um ano atualizações sobre relacionamentos no Facebook. Ele utilizou dados de 10 mil usuários e descobriu que duas semanas antes do Natal é a época mais comum para se levar (ou dar) um fora. Arte UOL Mais

Um estudo conduzido pelo centro educacional Kaplan, nos Estados Unidos, entrevistou cerca de 2.300 adolescentes com menos de 18 anos que possuem conta no Facebook. Do total, 35% dos adolescentes, cujos pais também possuem conta na rede social, não aceitaram o pedido de seus genitores. Entre o grupo dos que não aceitaram, 38% alegam ter ignorado sumariamente a requisição Arte UOL Mais

Uma pesquisa divulgada pela equipe Data Facebook -- grupo de pesquisadores da própria empresa especializado na análise dos dados da rede social -- comprovou o que já se sabia há muito tempo: os mais velhos gostam de jogar conversa fora sobre religião e família, enquanto os mais jovens preferem xingar, usar palavras agressivas e pronomes como ''eu'' e ''meu'' Arte UOL Mais

Segundo uma pesquisa da Harmon.ie, uma desenvolvedora de software norte-americana, anualmente um funcionário ''joga fora'' US$ 10.375 (aproximadamente R$ 16,5 mil) em produtividade por causa da web. Além de ''dedurar'' os funcionários, o estudo ainda traz números que, definitivamente, vão fazer seu chefe bloquear tudo na empresa: veja na imagem a seguir Arte UOL Mais

Segundo uma pesquisa da Harmon.ie, quase 60% das distrações dos usuários são causadas por redes sociais, mensageiros instantâneos (como o Windows Live Messenger) e e-mail Arte UOL Mais

Outra empresa do mesmo setor, FindPeopleOnPlus, que diz ter catalogado mais de um milhão de contas no Google+, aponta que 73,7% das pessoas lá é masculina. A empresa foi além da diferenciação de gêneros e descobriu que 95% dos que dizem ''procurar por relacionamentos'' no Google+ são homens. O número de pessoas que se cadastraram como solteiras, segundo a empresa, é de 25 mil usuários, enquanto os casados somam 19 mil, e os ''enrolados'' 12 mil Arte UOL Mais

A experiência não deixa mentir: as meninas colocam MUITO mais fotos em perfis de redes sociais na internet que os garotos. Para comprovar isso, o pesquisador Michael. A. Stefanone, da Universidade de Buffalo, nos EUA, fez uma pesquisa com 311 estudantes universitários e constatou que, de fato, isso é comum. Porém, o mais interessante é o motivo: elas fazem isso para se sentirem melhor, para aumentar a autoestima Arte UOL Mais

Quais os motivos que levam a desconfiança entre um casal? Mensagens no celular no meio da noite? Troca de e-mails intermináveis com colegas de trabalho? Marcas de batom no colarinho? Happy hour com as amigas até tarde? Nada disso! Uma pesquisa divulgada pela Academia Norte-americana de Advogados Matrimoniais mostrou que 20% dos casais apontam o Facebook como uma das causas das desavenças Arte UOL Mais

O aumento da autoestima de usuários em redes sociais, causado por "curtidas" no Facebook, e comentários positivos de amigos em redes sociais podem acabar diminuindo o autocontrole dessas pessoas -- dentro e fora da vida online. A conclusão é de um estudo conjunto das universidades de Pittsburgh e Columbia Arte UOL Mais

Um estudo indica que o ato de deixar de ser amigo de alguém no Facebook (também chamado de ''unfriend'') pode, sim, ter consequências na vida real. Cerca de 40% dos 582 entrevistados na pesquisa da University of Colorado Denver disseram que evitariam uma pessoa que cortou com elas a amizade virtual. Metade disse que não evitaria, enquanto 10% não sabem Arte UOL Mais

Um estudo feito nos Estados Unidos indica que 61% dos usuários de Facebook já "deram um tempo" da rede social durante um período de semanas ou até mesmo meses -- nos EUA, 67% dos internautas adultos têm perfil nessa rede Arte UOL Mais

Um estudo realizado com 5.000 solteiros pelo site de relacionamentos Match.com indica que quase metade das mulheres (48%) fazem buscas no Facebook, antes do primeiro encontro, para saber mais sobre o pretendente. Entre os homens, esse número fica em 38% (49% deles consideram a prática inaceitável) Arte UOL Mais

Um estudo da Universidade de Kansas (EUA) indica que publicar informações demais no Facebook pode ser prejudicial a relacionamentos amorosos. O levantamento indica que as pessoas não gostam quando seus parceiros divulgam seus sentimentos profundos ou experiências pessoais na rede social Arte UOL Mais

Mulheres são mais propensas a sentir ciúmes do que homens ao ler posts no Facebook, principalmente se elas imaginam que as outras pessoas veem problemas no relacionamento do casal, segundo um estudo da Universidade do Alabama (EUA) Arte UOL Mais

Um estudo divulgado nesta semana indica que o ''curtir'' do Facebook pode revelar diversas informações pessoais, como idade, sexo, orientação sexual, religião, uso de substâncias químicas e até mesmo a separação dos pais. A pesquisa realizada por especialistas da Universidade de Cambridge tem como base o perfil de 58,5 mil voluntários, que deram entre um e 700 ''curtir'' na rede social mais popular do mundo -- a média era de 68 ''likes'' por pessoa Arte UOL Mais

Conheça (e compartilhe) pesquisas curiosas sobre comportamento nas redes sociais

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