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    • Vida digital [53786]; Curiosidades na tecnologia [61189];
Fotos

Não é apenas de sucesso e grandes lançamentos de produtos que vivem os grandes executivos do mundo da tecnologia. Nem mesmo eles são imunes a fofocas e escândalos (alguns, dos grandes), como o do presidente da HP, que renunciou após uma denúncia por assédio sexual. Veja a seguir alguns casos nada discretos Reprodução/UOL Mais

Uma ex-atriz pornô e ex-participante de um reality show foi a autora da queixa por assédio sexual que levou o CEO e presidente da Hewlett-Packard, Mark Hurd, a deixar a empresa em 2010. Jodie Fisher, 50, disse estar ''surpresa e triste'' depois de saber que Hurd pediu demissão do cargo, após acusações de que ele teria falsificado relatórios de despesas para esconder uma ''estreita relação pessoal'' com ela Divulgação/AP Mais

Kate Bohner teve seu blog retirado do ar depois que advogados de Eric Schmidt, CEO do Google, conseguiram uma ordem judicial. A ex-amante de Schmidt, segundo o site especializado em fofocas do mundo tecnologia Valleywag, fazia referências a Schmidt como 'Dr. Strangelove' e contava detalhes pessoais, como o iPhone que ganhou do executivo quando ele ainda fazia parte do conselho da Apple. Hospedado no Blogspot, o blog saiu do ar em março de 2010 Reprodução/Valleywag/AP Mais

Jimmy Wales, fundador da Wikipedia, protagonizou um dos escândalos mais notórios do mundo da tecnologia. Sua ex-namorada Rachel Marsden resolveu colocar peças de roupa de Wales em leilão no eBay depois que ele noticiou no Wikipedia o fim do relacionamento dos dois. ''Foi uma atitude tão fina que eu me inspirei em também fazer algo fino, então estou vendendo um par de itens de roupas que ele deixou para trás, aqui no meu apartamento em Nova York'', declarou Rachel em 2008 Reprodução/Valleywag/Wikimedia Commons Mais

Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, foi vítima de paparazzi nos EUA em 2010. O criador da rede social, criticada sucessivamente pelas brechas de segurança e falta de privacidade dos usuários, foi seguido durante um final de semana por Nick Stern. O fotógrafo conseguiu alguns flagrantes de cenas triviais, como Zuckerberg e sua então namorada, Priscilla Chan. Sua intimidade foi ainda mais escancarada com o filme "A Rede Social'', de David Fincher, que conta a história do Facebook (e, consequentemente, de seu criador) Reprodução/Valleywag Mais

Mark Zuckerbeg, em outro episódio, teve cerca de 290 fotos particulares expostas no Facebook, porque amigos marcaram fotos deles em seus perfis. A ''falha'' de 2011 foi atribuída na época a falta de atenção nas configurações de privacidade dos amigos de Zuckerberg Reprodução/ValleyWag/Arquivo pessoal Mais

Fotos de festas ''privés'' com a presença do criador da rede social Orkut, Orkut Büyükkökten, vazaram em 2010 no site Valleywag. Numa delas, Büyükkökten aparece dançando com um bambolê; em outra, mostra suas habilidades no pole dance Reprodução/Valleywag Mais

Charles Phillips, co-presidente da Oracle, acabou num escândalo após sua amante revelar fotos pessoais, tanto na internet como nas ruas de Nova York, Atlanta e San Francisco: YaVaughnie Wilkins divulgou vários cartazes com fotos do casal, em janeiro de 2010. Phillips admitiu o relacionamento extraconjugal, que durou oito anos e meio Reprodução/CBS/Arquivo pessoal Mais

Marissa Mayer, diretora-executiva do Yahoo, ficou famosa também pelas grandes festas que costumava promover em sua casa em Palo Alto (isso antes de ser mãe). Na comemoração de seu aniversário de 35 anos, o número de convidados lotou a residência da executiva, irritou vizinhos e acabou com a visita de policiais locais Divulgação Mais

Além da vida privada invadir a área de negócios, alguns executivos acabam em escândalos por má gestão. E corrupção. Paul Shin Devine foi preso por fraude, lavagem de dinheiro e transações ilegais depois de aceitar mais de US$ 1 milhão para vender segredos industriais de acessórios da Apple a fabricantes asiáticas Getty Images Mais

Carly Fiorina, ex-presidente da HP, já foi considerada uma das mulheres mais poderosas do mundo por revistas ''Forbes'' e ''Fortune''. Ela entrou na empresa em 1999 e até 2005 era tida como uma das ''salvadoras'' da HP. Após uma fusão mal-sucedida com a Compaq e alta desvalorização das ações da empresa, Carly foi demitida pelo conselho da HP (e Mark Hurd eleito logo após). Pouco tempo depois, a HP passou por um escândalo de espionagem industrial: havia um vazamento de informações interno e grampos ilegais e detetives particulares foram contratados na tentativa de descobrir o responsável Paul Sakuma/AP Mais

Sanjay Kumar é autor de uma das maiores fraudes contábeis já noticiadas envolvendo empresas de tecnologia, descoberto em 2005. Kumar alterou sucessivos balanços da Computer Associates, fraude que chegou a atingir US$ 2,2 bilhões. O ex-presidente da empresa foi condenado a 12 anos de prisão, pagamento de multa de US$ 8 milhões, além de restituição de um valor de US$ 798,6 milhões à empresa. Ao vender um iate, duas Ferraris e contas de investimento, Kumar conseguiu restituir ''apenas'' US$ 50 milhões Rick Maiman/Getty Images Mais

A WorldCom era responsável por 50% de todo o tráfego de internet nos EUA, além de possuir um terço de toda a infraestrutura de telecomunicações do país. Mas tanto sucesso não era suficiente: em 2000, Bernie Ebbers, diretor-executivo da empresa, tentou aumentar o valor das ações da WorldCom no mercado. Escondeu despesas operacionais como ''capitais de investimento'', transformando perdas em lucros, numa fraude que alcançou quase US$ 4 bilhões. Ebbers foi condenado à prisão, recorreu e foi absolvido. Já a WorldCom decretou falência em 2004 Shawn Thew/AFP Mais

Lee Kun-hee protagonizou um dos casos mais emblemáticos. O executivo, considerado um dos mais poderosos da Coreia do Sul, renunciou em 2008 ao cargo de presidente da Samsung após serem confirmadas fraudes por evasão fiscal e prevaricação e condenado a três anos de prisão. Mas teve a sentença suspensa e, menos de dois anos depois, Kun-hee voltou a ser o presidente da empresa. Vale lembrar que o pai do executivo é um dos fundadores da Samsung Divulgação Mais

Brian Dunn, 51, ex-CEO da rede varejista americana Best Buy, era investigado pelo conselho da companhia antes de deixar o cargo em 2012 por ''sua conduta pessoal'', segundo informações da ''Reuters''. De acordo com o jornal ''Minneapolis Star Tribune'', Dunn teria um relacionamento extraconjugal com uma subordinada e usado bens da Best Buy para levar adiante o caso. Na tentativa de encontrar quem seria a mulher em questão, o repórter do jornal tuitou o nome da suposta amante, por acidente, achando que enviava uma DM (mensagem direta) a Dunn: seria Dayna Cline, 29 Divulgação Mais

Kim Dotcom, o fundador dos sites de compartilhamento de arquivos Megaupload e Mega, é um fanfarrão. Ele ganhou fama em janeiro de 2012, quando foi detido pela polícia da Nova Zelândia - a ação também resultou no fechamento do Megaupload, sob acusação de o site e seus afiliados terem causado prejuízo superior a US$ 500 milhões. Ele tentou se esconder dos policiais em um bunker em sua própria casa, mostrando que sua vida não é como a da maioria das pessoas. Quando foi solto, descobriu as redes sociais e passou a divulgar detalhes curiosos de sua vida excêntrica (clique em MAIS para ver algumas dessas particularidades) Nigel Marple/Reuters Mais

Em 2012, o fundador da empresa de antivírus McAfee ganhou atenção da mídia por causa de uma história com elementos surreais. Ele era suspeito de assassinar um vizinho em Belize e fugiu para a Guatemala (a história é cheia de detalhes como o fato de ele ter escapado da polícia se enterrando na areia da praia, com uma caixa sobre a cabeça para respirar). No final do ano, o empresário -- que há anos se desfez da empresa com seu nome -- foi extraditado para os Estados Unidos. Clique em MAIS para conhecer mais sobre essa história surreal Moises Castillo/AP Mais

O cofundador do Google Sergey Brin e sua mulher, Anne Wojcicki (à dir.), se separaram, segundo um porta-voz do casal citado pelo ''AllThingsDigital''. Eles foram casados durante seis anos e tiveram dois filhos. Anne é irmã de Susan Wojcicki, vice-presidente de publicidade do Google e funcionária número 18, considerada uma das mais importantes executivas da empresa. Também segundo o ''AllThingsDigital'', Brin estaria namorando uma empregada do Google, ex-namorada de Hugo Barra, que deixou recentemente o cargo de vice-presidente de produtos Android. Fontes consultadas pelo site dizem que a saída de Barra não tem relação com o namoro de Brin Reprodução/PCMag.com Mais

A britânica Amanda Rosenberg, 27, é apontada como o pivô da separação do cofundador do Google Sergey Brin, 40, e Anne Wojcicki, 40. Eles foram casados por seis anos e tiveram dois filhos. Filha de pai britânico e mãe chinesa, Amanda é formada em comunicações pela Universidade de Leeds e trabalhava no escritório do Google em Londres até o ano passado, quando se mudou para San Francisco (EUA) para trabalhar na sede da empresa. Segundo o ''Daily Mail'', foi ela quem teria criado o comando ''Ok, Glass''. Antes de namorar Brin, Amanda teria tido um relacionamento com o brasileiro Hugo Barra, ex-vice-presidente da divisão Android do Google Reprodução/Google+/Amanda Rosenberg Mais

A modelo Jessica Wigsmoen teve uma filha com Shawn Fanning (cofundador do serviço de música Napster). Segundo relatos de Jessica em seu perfil no Facebook, Fanning não tem ajudado financeiramente a criar sua filha. Para arrecadar dinheiro, ela começou uma campanha no site Giveforward Reprodução/Valleywag Mais

O cofundador da Sun Microsystems, Vinod Khosla (dir.), teria sido chantageado pelo ex-namorado da filha, Douglas Tarlow (esq.), segundo o site ''Valley Wag''. Via mensagens de celular e e-mails anônimos, Tarlow teria exigido US$ 75 mil (R$ 167 mil) do bilionário para não vazar na internet fotos da ex Nina Khosla (centro) nua. Os dois namoraram entre 2008 e 2010; ele também trabalhou para a mãe de Nina, mas foi demitido em 2012 (ano em que as mensagens anônimas começaram a ser enviadas). O caso foi denunciado ao FBI, polícia federal dos EUA, que prendeu Tarlow sob a acusação de extorsão. Ele será julgado por uma corte federal pelo crime, que tem pena máxima de 14 anos de prisão Reprodução/Valley Wag Mais

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