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Os tablets são boas babás para as crianças, até os pais perceberem o perigo das compras dentro de aplicativos de jogos ditos ''gratuitos'' e terem de arcar com gastos ''estratosféricos'' direto no cartão de crédito. Casos envolvendo a Apple aumentaram depois que a empresa passou a permitir a compra de créditos extras diretamente nos jogos. Eles são tantos que, nos Estados Unidos, a Justiça americana determinou neste ano que a Apple pagasse US$ 100 milhões em indenização a pais que tiveram contas fora do comum no iTunes. Veja a seguir alguns dos casos no mundo Arte UOL Mais

Foram necessários apenas dez minutos para Danny Kitchen, então com 5 anos, baixar o equivalente a 1.700 libras em extras para um jogo no iPad de seu pai, em Bristol (Reino Unido). O gasto acidental em 2013, descoberto depois pelos recibos enviados por e-mail pela loja de aplicativos iTunes, não foi reembolsado pela Apple, segundo informações do ''Daily Mail'' Arte UOL Mais

Will Smith, então com 6 anos, jogava ''Monster Islands'', um aplicativo para criar e alimentar monstros até chegar ao nível ''Dark Monster'' (Monstro das Trevas), quando gastou 2.000 libras para comprar funções extras para avançar na disputa. Barry Smith, avô do garoto, não tinha a menor ideia de que o neto estava comprando os créditos no seu cartão. O incidente foi em 2012 Arte UOL Mais

Com apenas seis anos, o jovem Jake Sadler conseguiu gastar quase 1.000 libras de seus pais em 2012 comprando ''ouro'' no jogo "Zombie Takeover" -- o aplicativo gratuito havia sido baixado no iPad de sua mãe. Segundo a publicação britânica ''Daily Mail'', em apenas meia hora o garoto de Portsmouth (Reino Unido) deu um prejuízo de 950 libras Arte UOL Mais

A britânica Grace Walker, então com 6 anos, causou em 2013 um prejuízo de 900 libras para sua família durante 30 minutos em um jogo gratuito no iPad. O problema não foi o game, mas sim as pedras preciosas virtuais, comercializadas no aplicativo ''My Little Pony'' por 70 libras. O anúncio apareceu mais de 12 vezes na tela, e a garota aceitou a compra a cada oferta Arte UOL Mais

Sawyer Rummelhart, então com 4 anos, estava jogando "Smurf's Village", aplicativo que reproduz a vila dos famosos personagens azuis, quando conseguiu gastar US$ 67. Ele comprou Smurfberries, créditos que alimentam os Smurfs no jogo. A compra foi feita diretamente pelo aplicativo. ''Minha maior preocupação era que ele arranhasse a tela do tablet. Nem nos meus sonhos mais criativos eu imaginaria que coisas seriam cobradas no jogo'', disse Kelly, mãe de Sawyer, ao ''Daily Mail''. A família mora na Califórnia (EUA) Arte UOL Mais

Em Barnsley (Reino Unido), Jack Draguer, então com 7 anos, conseguiu gastar 1.300 libras, comprando créditos extras para o jogo "Tap Zoo". Em 2011, o garoto comprou durante quatro dias animais extras dentro do aplicativo que simula um zoológico --os preços variavam de 1 a 27 libras Arte UOL Mais

Oliver Allen, então com 4 anos, também foi ''vítima'' da compra de créditos dentro do aplicativo "Smurfs's Village". O garoto ainda não sabia nem ler ou escrever em 2011, mas conseguiu comprar extras para o jogo no valor de 100 libras. Sua mãe, Sam, de Hertfordshire (Reino Unido), disse ao ''Metro'' não entender como é possível um aplicativo feito para crianças cobrar por créditos para ser usado Arte UOL Mais

Theo Rowland-Fry, então com 8 anos, gastou 1.000 libras comprando rosquinhas no jogo dos Simpsons ''Tapped Out''. Ao comprar os créditos extras, é possível acelerar o progresso no jogo. Segundo o ''Daily Mail'', Nick e Lisa Rowland-Fry, de Bristol (Reino Unido), só perceberam o gasto do filho ao checarem a conta do cartão. Eles alegam não ter recebido os e-mails do iTunes sobre as compras feitas em 2013 Arte UOL Mais

Em 2011, a Apple foi processada por Garen Meguerian, morador da Pensilvânia (EUA), depois que sua filha de sete anos gastou US$ 200 jogando "Treasure Story" e "Zombie Cafe". Depois de tantos casos nos Estados Unidos, a Justiça norte-americana determinou que a Apple pagasse US$ 100 milhões em indenização a pais. Os "beneficiados" foram aqueles que tiveram contas fora do comum no iTunes, depois de seus filhos comprarem itens para jogos gratuitos Arte UOL Mais

Madison Kay, então com 8 anos, conseguiu gastar US$ 1.400 comprando Smurfberries para alimentar seus Smurfs no jogo que imita a vila dos personagens azuis no iPad. Segundo sua mãe, Stephanie, a filha não sabia que os itens extras custava ''dinheiro de verdade''. A mãe descobriu a conta ''estratosférica'' em 2011 ao ver os recibos enviados por e-mail pelo iTunes Arte UOL Mais

Sienna Leigh, então com 3 anos, conseguiu gastar US$ 50 em 2010 usando o iPad da sua mãe, Lisa Leigh, de Moorebank (Austrália). A mãe conta que deixou a filha usando o tablet logo após instalar um jogo. Enquanto isso, a menina voltou para a App Store (a senha já havia sido digitada pela mãe ao instalar o game) e resolveu comprar mais aplicativos. Apenas um deles custou US$ 17 Arte UOL Mais

Doug Crossan, policial britânico, denunciou o próprio filho, Cameron, então com 13 anos, por fraude. Isso porque em 2013 o adolescente gastou o equivalente a R$ 11,3 mil com extras para um jogo no iPad. Ao ver a conta do cartão de crédito, o homem pediu reembolso à Apple, que se negou a devolver o dinheiro. Com a denúncia, ele espera ter mais chances de ser reembolsado ao ''constranger'' publicamente a empresa norte-americana Arte UOL Mais

Gary Hooper recebeu em 2014 uma cobrança no total de 400 libras em seu cartão de crédito. As compras foram feitas por seu filho na loja online Google Play. O menino, que tem 10 anos e enfrenta dificuldades de leitura, gastou o valor em jogos e extras em um tablet. O problema teria acontecido porque, depois da primeira compra (que custou apenas 2 libras e foi voluntária), os dados bancários ficaram salvos no dispositivo Reprodução/Daily Mail/Arte UOL Mais

Apesar de a criança usar um iPhone, o problema aqui não foi causado pelo sistema de compras da Apple, mas sim da operadora T-Mobile. A britânica Kay Flanders foi surpreendida em agosto de 2014 quando a conta telefônica de seu filho foi de 10 libras para 850 libras. Isso porque Liam, 10, fez uma assinatura do jogo ''Small Worlds'' válida até 2020. Além disso, comprou diversos extras para o título e pagou para ter acesso a áreas exclusivas do game online - os gastos estavam associados ao plano de telefonia. ''Parecia que ele estava usando dinheiro de brinquedo, não de verdade'', afirmou a mãe. A operadora ameaçou processar a cliente, caso ela não pague Reprodução/Daily Mail/Arte UOL Mais

Para impedir que casos como estes aconteçam no seu iPad, acione um mecanismo de proteção que já vem no próprio tablet. Acesse o botão ''Ajustes'', vá a ''Restrições'' e ative os bloqueios, criando uma senha. Em seguida, desça e desabilite a opção ''Compras em Aplicativos''. Dessa forma, não será possível fazer compras dentro dos jogos Reprodução Mais

Crianças compram extras para jogos no iPad e dão ''rombo'' no cartão dos pais

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