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    • Curiosidades na tecnologia [61189]; Vida digital [53786]; Moeda [13398]; Bitcoin [74180];
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Com o princípio simples de fazer transações diretas sem intermediários financeiros, o bitcoin tem conquistado cada vez mais adeptos no mundo. A popularização faz crescer também o número de histórias curiosas e bizarras envolvendo a moeda virtual. Seu criador nunca foi visto, quem comprou bitcoins logo no seu lançamento agora está milionário e já há quem pague viagens de volta ao mundo (e até ao espaço) com eles. Veja a seguir Arte/UOL Mais

Identidade do criador do bitcoin é incerta. O homem acima, chamado Dorian Satoshi Nakamoto, foi apontado pela revista ''Newsweek'' como sendo o criador do bitcoin, mas negou ser a pessoa. Isso porque ele tem quase o mesmo nome do autor de um artigo que descreve o método para criar o bitcoin, publicado em um fórum online em 2008 por um usuário sob o nome ''Satoshi Nakamoto''. Um dia depois da ''Newsweek'' publicar a reportagem, no mesmo fórum, o usuário que criou o artigo teria escrito: ''Eu não sou Dorian Nakamoto'' David McNew/Reuters Mais

Milionário por acaso. O norueguês Christopher Koch comprou o equivalente a US$ 27 em bitcoins em 2009, pouco tempo depois de a moeda virtual ser lançada. Ao abrir sua conta em outubro de 2013, ele descobriu que o investimento tinha chegado a US$ 886 mil (cerca de R$ 2,09 milhões). Com um quinto do valor convertido em moeda local, ele comprou um apartamento em uma área nobre de Oslo Reprodução/Gizmodo Mais

Disco rígido milionário. O britânico James Howells conseguiu juntar 7.500 bitcoins pouco tempo depois que a moeda foi lançada em 2009. Mas ele deixou cair limonada no computador e o vendeu, tirando o disco rígido (local onde fica guardada a chave para acessar os bitcoins). Depois a peça foi jogada no lixo -- Howells julgou que ela não tinha mais serventia. Se tivesse guardado o HD, ele teria atualmente, segundo cálculo de novembro de 2013, uma fortuna equivalente a US$ 7,5 milhões Getty Images Mais

Caixa eletrônico de bitcoins. O primeiro caixa automático da moeda virtual bitcoin foi instalado em Vancouver, no Canadá, em outubro de 2013. Em fevereiro de 2014, outras duas máquinas foram instaladas em Seatle e Texas, nos Estados Unidos. Fabricado pela empresa americana Robocoin, o caixa de Bitcoins permite fazer depósitos e saques em moeda local Reprodução/Olhar Digital Mais

Caixa eletrônico de bitcoins. Uma máquina semelhante esteve na Campus Party 2014. Com ela, as pessoas podiam adquirir bitcoins usando reais (não era possível fazer saques). Primeiro, o usuário acessava sua conta virtual de bitcoins. Depois, inseria as notas de reais. O valor então era convertido na moeda virtual e depositado na conta Junior Lago/UOL Mais

Bitcoin é verbete no dicionário Oxford. Além dos termos ''selfie''(autorretrato), ''phablet'' (híbrido de smartphone com tablet) e ''emoji'' (carinhas usadas em mensagens de texto), o dicionário Oxford reconheceu em 2013 o termo bitcoin como palavra nova Reprodução Mais

Mansão à venda. O ex-dono de cassino Jack Sommer colocou à venda sua casa de 2.300 m² em Las Vegas (Nevada, EUA) em dezembro de 2013. Na época, ele disse aceitar pagamento com a moeda virtual bitcoin -- a ideia de aceitá-la veio de seus dois filhos, envolvidos com transações desse tipo. A mansão avaliada em US$ 7,85 milhões tem muito mármore, banheiras Jacuzzi, um jardim secreto e 39 áreas cobertas por ar condicionado Alex Federowic/Las Vegas Review Journal/AP Mais

Casa de praia à venda. O programador brasileiro Rodrigo Souza, 34, colocou à venda uma casa em Santos (SP) e exige que o comprador pague US$ 250 mil por ela em bitcoins. O objetivo é evitar cobrança de IOF na transação. O brasileiro, morador de Nova York (EUA), tem uma empresa de marketing e diz pagar funcionários e receber pagamentos na moeda virtual Andrew Burton/Getty Images/AFP Mais

Gêmeos do Facebook pagam viagem espacial com bitcoins. Cameron e Tyler Winklevoss, que processaram Mark Zuckerberg por suposto roubo da ideia de criar o Facebook, são defensores fervorosos do bitcoin. Além de anunciarem que vão lançar o fundo Bitcoin Trust, que permitirá a investidores negociarem a moeda virtual como ações, eles pagaram em bitcoins uma viagem ao espaço da companhia Virgin Galactic, de Richard Bransson Adam Runger/Reuters Mais

Volta ao mundo. O casal Beccy e Austin Craig decidiu financiar uma viagem de volta ao mundo pagando todos os custos em bitcoins. Segundo o ''Wall Street Journal'', o casal conseguiu passar por Nova York, Estocolmo, Berlim e Cingapura, até retornarem à cidade onde moram, Provo (EUA). Eles enfrentaram dificuldade em encontrar comerciantes que aceitassem a moeda. O mais difícil, disse Craig, foi conseguir abastecer um carro alugado. A experiência vai virar um documentário chamado ''Life On Bitcoin'' Reprodução/YouTube Mais

Bitcoin tem uso proibido em alguns países. A Rússia proibiu cidadãos do país de usarem bitcoins e moedas digitais similares pela facilidade de elas servirem para lavagem de dinheiro de atividades ilícitas. A Tailândia também proíbe operações com a moeda virtual Arte UOL Mais

Alerta chinês faz cotação de bitcoins cair. O Banco Central chinês e quatro órgãos governamentais do país, em dezembro de 2013, alertaram instituições financeiras a não aceitarem bitcoins. A China avaliou que a moeda virtual podia ser usada para lavagem de dinheiro e ameaçava a moeda chinesa. Com o anúncio, a cotação do bitcoin caiu cerca de 50% na época Reprodução/Código Fonte Mais

Hotéis-cassinos em Las Vegas aceitam bitcoins. O The D e Golden Gate, ambos em Las Vegas (Nevada, EUA), aceitam bitcoins para hóspedes pagarem diárias e a conta de alguns restaurantes dos estabelecimentos, além de compras na loja de suvenir no The D Divulgação Mais

Universidade de Nicósia aceita bitcoins. A instituição de ensino no Chipre passou a aceitar em novembro de 2013 pagamentos de estudantes com a moeda virtual. A universidade criou também um curso sobre moedas virtuais. A iniciativa teve como objetivo tanto facilitar o pagamento dos alunos como construir conhecimento prático sobre bitcoins Reprodução Mais

Primeira apreensão de bitcoins da história. O FBI, polícia federal dos Estados Unidos, prendeu Ross Ulbricht, suspeito de ser fundador da Silk Road, espécie de mercado negro online de drogas, e tirou o site do ar em outubro de 2013. Os agentes fizeram também a primeira apreensão da moeda virtual, único meio de pagamento aceito pelo site, de que se tem notícia: 144 mil bitcoins do fundador (ou US$ 28,5 milhões, na época). A estimativa do FBI, no entanto, era de que Ulbricht tivesse 600 mil bitcoins (US$ 80 milhões), que não foram localizados até hoje Reprodução Mais

''Laranjas'' da compra de drogas com bitcoins. Ainda sobre a Silk Road, foram presos nos Estados Unidos dois operadores de redes que faziam a troca de dinheiro por bitcoins: Charlie Shrem (foto) e Robert Faiella. Eles foram acusados de vender mais de US$ 1 milhão na moeda virtual a usuários de drogas ilegais que as compravam anonimamente Lucas Jackson/Reuters Mais

Roubo de bitcoins na Silk Road 2. Um mês após o fechamento do mercado negro online, um clone do site foi lançado. Mas a Silk Road 2 foi atacada em fevereiro de 2014 e o dinheiro dos clientes, todo em bitcoins, roubado pelo suposto invasor. O total equivalia na época a US$ 2,7 milhões e, com o ataque, a moeda desvalorizou de US$ 500 para US$ 300 em 24 horas Reprodução/Mashable Mais

Roubo bilionário fecha bolsa de bitcoins. A Mt. Gox chegou a ser considerada a maior bolsa de valores de bitcoins, mas teve de entrar com pedido de proteção contra falência no Japão, onde tem sua sede, e nos EUA, onde era processada por ''sumir'' com bitcoins de clientes. Isso ocorreu, segundo o diretor-executivo da empresa, o francês Mark Karpeles (esq.), porque um ataque hacker roubou 850 mil bitcoins da Mt. Gox, o equivalente na época a R$ 1,1 bilhão. Acima, Karpeles fala à imprensa em Tóquio (Japão), acompanhado de advogados, após apresentar o pedido de falência no país Kimimasa Mayama/EFE Mais

14 mil zumbis mineravam bitcoins. Para os bitcoins existirem, computadores têm de fazer cálculos matemáticos que mantêm ativa a rede da moeda virtual. Isso é chamado de ''mineiração'' e quem a faz é recompensado (em bitcoins) pela transação. Então, um programador de uma liga de jogos online resolveu criar um código malicioso. E pôs 14 mil PCs de usuários a mineirar bitcoins para ele. Resultado: ele conseguiu o equivalente a US$ 3.713 até o golpe ser descoberto Reprodução Mais

Chave mostrada, bitcoins roubados. A intenção era das melhores, mas o jornalista Matt Miller, da Bloomberg TV, teve sua carteira de bitcoins roubados. Ele explicava como as pessoas poderiam dar bitcoins de presente de Natal quando mostrou a chave privada (um código QR) da compra. Alguém então copiou a imagem mostrada no vídeo e pegou as moedas para a própria conta Reprodução Mais

Concorrente da bitcoin surge de meme. A Dogecoin surgiu do meme ''Doge'', um cão da raça Shiba Inu que aparece fazendo cara de desconfiado junto com frases engraçadas. Um australiano tuitou brincando que ''investir no Dogecoin seria a próxima tendência''. A tal moeda virtual não existia, mas o norte-americano Jackson Palmer resolveu então criá-la. Em dezembro de 2013, o dogecoin chegou a 199 mil transações diárias no mundo, contra 64 mil em bitcoins Reprodução/Bitcoin News Mais

Loja virtual arrecada 1 milhão. A loja online Overstock.com afirmou ao ''Wall Street Journal'' que já vendeu o equivalente a US$ 1 milhão em produtos, que foram pagos com bitcoins por seus clientes. O estabelecimento passou a aceitar a moeda virtual em janeiro de 2014 Reprodução Mais

Doações milionárias. Em abril de 2013, um usuário do fórum Reddit doou a esmo para estranhos uma pequena fortuna em bitcoins, segundo o site ''Business Insider''. No total, a doação foi de 13 mil bitcoins (cerca de R$ 2 milhões na época) em pequenas parcelas a várias pessoas. O bom samaritano nunca foi identificado Reprodução/Business Insider Mais

Caixa atingido por um raio. O único caixa eletrônico de bitcoin no Estado do Arizona (EUA) parou de funcionar quando o prédio onde estava abrigado foi atingido por um raio, em julho de 2014. A informação foi confirmada por Brian Williams, o dono da máquina (foto) localizada em Tucson. Segundo ele explicou à publicação local ''AZ Central'', a descarga elétrica afetou alguns componentes da máquina. ''É como se eu tivesse tomado um soco na cara'', afirmou. O caixa havia sido instalado duas semanas antes do incidente e custou US$ 1.000 a Willians Reprodução/Arizona Daily Star Mais

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