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A vandalização de HitchBOT, o robô mochileiro (e fofo) que percorreu milhares de quilômetros na Europa e no Canadá de carona com humanos, comoveu muita gente nas redes sociais e transformou o androide em praticamente uma celebridade. Conheça, a seguir, outros 10 robôs fofos e famosos. Mas fique tranquilo que o final da história de cada um deles é bem mais feliz Stephan Savoia/AP Mais

Buddy: o pequeno robô Buddy, com 56 centímetros de altura e cinco quilos, funciona como uma espécie de assistente doméstico, brinquedo e segurança. Ele é capaz de reconhecer e interagir com todos os membros da família, inclusive brincar de esconde-esconde com as crianças, ler histórias para dormir e ajudar nas tarefas da escola. No lugar do rosto, está uma tela touchscreen que mostra expressões de alegria ou tristeza do robozinho Divulgação Mais

Asimo: considerado um dos humanoides mais avançados que existe, a primeira versão do Asimo levou 14 anos para ficar pronta e foi lançada em 2000. O robô de 1,30 m consegue saltar, pular com uma perna só, reconhecer a voz de várias pessoas falando ao mesmo tempo e sabe a linguagem de sinais. Ele é tão famoso, que vive sendo convidado para participar de feiras e congressos pelo mundo Divulgação Mais

Paro: quem vê essa fofurinha, estrela dos congressos científicos, provavelmente deve pensar que trata-se apenas de um bichinho de pelúcia. No entanto, Paro é um robô projetado para ser usado em terapias com animais sem a necessidade de animais reais. Indicado para casas de repouso, creches e hospitais, ele aprende com o usuário e parece um animal de estimação real. O robozinho chega até a desenvolver uma personalidade ao longo do tempo, de acordo com a maneira que o tratam Divulgação Mais

Kirobo: inspirado no famoso personagem de animação japonês Astro Boy, Kirobo foi enviado em 2013 à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) com a missão de fazer companhia e interagir com o astronauta Kochi Wakata, e, desde então, virou um astro. Com 34 centímetros e pesando aproximadamente um quilo, o robô consegue reconhecer vozes e rostos e interagir com pessoas. Ele faz parte de um estudo que investiga como máquinas podem prestar apoio emocional para pessoas que ficam isoladas por longos períodos Divulgação Mais

CB2: também criado no Japão, o CB2 é um robô de 1,33 metros e 33 quilos programado para se comportar como uma criança. O objetivo dos pesquisadores é tentar reproduzir a relação entre mães e filhos. O CB2 consegue, por exemplo, analisar as expressões faciais da mãe e classificá-las como alegria ou tristeza Divulgação Mais

Smiby: é muito parecido com um boneco de pelúcia e foi criado para fazer companhia a idosos que moram sozinhos. Tem cerca de um quilo, 44 centímetros e precisa de atenção constante, como uma criança. O robozinho reage a abraços e carinhos e chora se for deixado sozinho por longos períodos --seus olhos mudam de pretos para azuis para representar as lágrimas. Para ter uma fofurinha dessas em casa, é preciso desembolsar R$ 1.400, aproximadamente. Por enquanto, ele só é vendido no Japão Divulgação Mais

Nao: os robôs Nao foram desenvolvidos para atuar, principalmente, na educação de crianças. São usados, por exemplo, em escolas que recebem alunos autistas para ajudá-los no relacionamento interpessoal. De acordo com seus criadores, o Nao é pró-ativo, ou seja, pode fornecer serviços para o dono sem ser perguntado e consegue identificar emoções apenas observando o hábito das pessoas Divulgação Mais

Boxie: você provavelmente não conhece o Boxie, robô de papelão feito pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), mas com certeza já ouviu falar do Baymax, o robô inflável da animação infantil Big Hero. Segundo os criadores do filme, boa parte do comportamento do Baymax foi inspirado em Boxie. O robô do MIT é uma espécie de repórter móvel e foi projetado para testar a interação entre homens e robôs (assim como o robô mochileiro). Ele consegue desenvolver um diálogo estruturado com pessoas, gravar as conversas e reportar como foi tratado Divulgação Mais

Aibo: a história do cãozinho robô da Sony é triste. Ele foi lançado em 1999 e as vendas foram boas. Mas em 2006, a Sony decidiu interromper a produção e em 2014 parou de dar suporte técnico ao robô. O resultado? Milhares de donos apegados a seus robôs caninos precisam apelar para assistências técnicas não-autorizadas e lidar com a ideia de que em algum momento o robô não ligará mais Toshifumi Kitamura/AFP Mais

Curiosity: diferente dos outros robôs citados, o Curiosity mais parece um carro que um robô. Ele foi construído para explorar e fotografar o solo de Marte como parte da missão Mars Science Laboratory, que custou à Nasa US$ 2,5 bilhões, e mandou o robô pousar no planeta vermelho em agosto de 2012 com o objetivo de explorar o terreno e buscar vestígios que permitam averiguar se houve vida no planeta Nasa Mais

10 robôs tão fofos e famosos quanto o mochileiro HitchBOT

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