Paint vai acabar? Relembre serviços da internet e programas que morreram

Do UOL, em São Paulo

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    Microsoft anunciou o encerramento do Paint

    Microsoft anunciou o encerramento do Paint

A notícia de que o popular editor de imagens Paint será encerrado pela Microsoft pegou muita gente de surpresa. Presente no Windows desde a primeira versão do sistema operacional, o programa está em uma lista da companhia de produtos descontinuados - nesta quarta, contudo, a Microsoft disse que ele ainda poderá ser baixado. Mas ele não seria o único que deixaria saudades. 

Por sinal, a saudade foi o que restou para fãs de vários programas de computador e também com serviços relacionados à internet. Além do Paint, já passaram por isso Orkut, MSN e muito mais. Confira abaixo a lista feita pelo UOL Tecnologia:

Serviços da internet e programas que morreram

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Netscape

Antes da briga entre os navegadores (Internet Explorer, Safari, Google Chrome e Mozilla Firefox), quem reinava absoluto neste ramo era o Netscape. Criado em 1994, o navegador liderou o mercado de browsers por um tempo e depois foi ultrapassado pelo Internet Explorer, da Microsoft. Apesar de ter sido descontinuado em março de 2008, a base de programação do Netscape foi reaproveitada e, com isso, foi criado o Mozilla Firefox.
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Limewire

Desde outubro de 2010, o programa de compartilhamento de arquivos Limewire está bloqueado para download em função de um processo por pirataria nos Estados Unidos. Segundo fóruns, usuários antigos do programa e que não atualizaram o sistema ainda conseguiram baixar arquivos após essa data. No entanto, a página do serviço recomendou que as pessoas parassem de fazer upload ou baixar pirataria pelo programa.
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Google Labs

O Google Labs era uma área da companhia reservada a projetos em teste. Nele, por exemplo, havia uma função para o Gmail que lembrava o usuário de enviar um anexo. Além disso, a função de colocar temas no Gmail, como a do Ninja, foi um projeto que começou no Labs. O serviço foi desligado em julho de 2011.
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Google Buzz

O Google Buzz surgiu com a proposta de ser um serviço que misturava rede social e trabalho colaborativo. Anunciado em 2010, o Buzz foi alvo de críticas por não contar com recursos suficientes que assegurassem a privacidade dos usuários. O Google desligou o serviço em outubro de 2011.
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Picnik

O Picnik era um serviço que permitia editar imagens diretamente na internet. Bastava fazer o upload e aplicar filtros, cores ou mesmo reduzir o tamanho de imagens. Em 2010, o Google comprou o serviço para agregar funções de edição de fotos ao Google+. Porém, em janeiro de 2012, o Picnik foi desligado pelo Google.
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Video

Antes do YouTube, o serviço oficial de vídeos do Google era o Video. Lançado em 2005 pela gigante das buscas, o site permitia visualizar e compartilhar vídeos. No ano seguinte, a empresa resolveu comprar o YouTube. A existência de dois serviços que faziam a mesma função ficou insustentável. Nesta "briga", o Google Video perdeu e foi extinto em julho de 2012.
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Kazaa

O programa de compartilhamento de arquivos Kazaa fez muito sucesso em meados de 2006. Porém, o serviço foi fechado em agosto de 2012 após uma série de processos por pirataria. Mais tarde, um dos fundadores do Kazaa criou o Rdio (que permite ouvir músicas de forma ilimitada ao pagar uma taxa mensal), que foi desativado em 2015.
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Ping

As principais áreas de atuação da Apple são hardware e software. Ao tentar se aventurar na área social, a companhia de Steve Jobs não se deu muito bem. O Ping, criado em setembro de 2010 para ser uma rede para amantes de música ligada ao iTunes, foi descontinuado pela Apple em setembro de 2012.
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Grooveshark

O Grooveshark é o que muitos podem chamar de precursor do Deezer, Spotify e outros semelhantes. Ele funcionava como um streaming de músicas online -- com a ajuda de outros sites e programas, era ainda possível fazer download das músicas. O site durou nove anos até fechar as portas em abril de 2015 por conta de ações judiciais e acordos com gravadoras. Alguns sites tentaram recriar a página com o mesmo nome, mas sem sucesso a longo prazo.
Foto: reprodução
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Paint

A Microsoft causou burburinho na internet ao colocar o Paint em uma lista de serviços da companhia descontinuados a partir do segundo semestre de 2017, quando a nova atualização do Windows 10 chegar. No entanto, a companhia esclareceu no dia seguinte que o Paint, presente nos computadores desde a primeira versão do Windows, ainda poderá ser baixado na Windows Store. O que muda é que o aplicativo padrão e que estará nos PCs automaticamente é o Paint 3D, que ganhará recursos do irmão mais velho. O Paint não morreu (ainda), mas está com os dias contados.
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