Odeia celular com tela grande? Eles devem ser maioria em 2019

Colaboração para o UOL

  • Márcio Padrão/UOL

Se você não gosta de smartphones grandes, por ser difícil manusear ou pela alta probabilidade de eles quebraram, é melhor já ir se acostumando, pois em um futuro próximo eles devem ser a maioria nas prateleiras dos varejistas.

A previsão é da consultoria de mercado "IDC", que estima que em 2019 serão fabricados mais phablets (smartphones com tela entre 5,5 polegadas e 7 polegadas) que smartphones convencionais (com tela igual ou inferior a 5,5 polegadas).

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A presença desses aparelhos gigantes deve ser ainda maior em 2021, quando a previsão de fabricação deve chegar a 1 bilhão de unidades no ano.

"Em 2012, os phablets representavam apenas 1% da fabricação de smartphones, e agora eles estão próximos de 50% de presença de mercado, após alguns poucos anos", disse Ryan Reith, vice-presidente da "IDC", em comunicado à imprensa.

Segundo Reith, a tendências das telas grandes vai ser impulsionada principalmente por aparelhos sem "moldura", com displays que ocupam a tela toda, como o iPhone X e os últimos modelos da linha Galaxy S, da Samsung.

"Os usuários de smartphone vão continuar a consumir mais vídeos, jogos, redes sociais e outras aplicações que demandam muitos dados, tornando o tamanho da tela e o tipo fatores críticos na decisão da compra de um dispositivo", afirmou.

A disponibilidade de telefones maiores, além dos usuários que gostam de consumir conteúdo, deve agradar também outro grupo de pessoas: as que consertam smartphones. Se o tamanho da tela crescer e a qualidade não melhorar, o reparo de displays vai ser tornar um negócio maior do que já é.

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