Oi defende legalidade plano de recuperação e ação de CEO após acionista pedir AGE

SÃO PAULO (Reuters) - A operadora de telefonia Oi defendeu nesta terça-feira a legalidade do plano de recuperação aprovado por credores em dezembro e a ação de seus dirigentes, após o principal acionista da empresa ter pedido uma assembleia geral de acionistas para discutir a legalidade do plano.

Em comunicado enviado à Reuters, a empresa em recuperação judicial disse que a negociação do plano de reestruturação liderada pelo atual presidente-executivo, Eurico Teles, seguiu altos padrões de governança e está de acordo com as orientações do juiz de falência que supervisiona o caso.

"Não cabe, portanto, nenhuma alegação que vise a atribuir a qualquer integrante da administração da Oi suposta ilegalidade ou violação do estatuto da companhia", disse a empresa.

Após idas e vindas, os credores da Oi aprovaram em 20 de dezembro um plano para retirar a empresa da recuperação judicial, que prevê a conversão de dívidas em 75 por cento do capital da empresa. [nL1N1OK0GR][nL1N1OM0J0]

Mas a Bratel Brasil, controlada pela Pharol SGPS, que tem 22,34 por cento da Oi, pediu no dia 29 a convocação de assembleia de acionistas para analisar proposta de ação de responsabilidade civil contra administradores da Oi por "ações ilegais e violação do estatuto social da companhia".[nL1N1OX0B1]

Às 14h03, a ação ordinária da Oi subia 0,8 por cento, enquanto a preferencial recuavam 1,15 por cento. O Ibovespa subia 1,6 por cento.

(Por Gram Slattery e Raquel Stenzel)

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