Davi x Golias: Snapchat lança tendências copiadas por rivais poderosos

Do UOL, em São Paulo

  • Arte UOL

O Snapchat foi lançado em setembro de 2011, e esses quase cinco anos de vida parecem uma eternidade no mercado de tecnologia. Nesse período, o app se tornou uma sensação, principalmente entre o público jovem, por conta de seu formato inovador de troca de mensagens: com ele é possível enviar fotos e vídeos de forma rápida e com vida curta -- as mensagens se autodestroem em 24 horas ou após sua visualização.

Mas no meio do caminho tinha algumas pedras: as redes sociais concorrentes, que desde então tentam copiar os atrativos do Snapchat, lançar apps similares ou mesmo comprá-lo. O maior rival é sem dúvida o Facebook, que tentou tudo isso junto e ainda está na luta. Em 2013, o império de Mark Zuckerberg ofereceu US$ 3 bilhões para adquirir o app do fantasminha, mas seus donos recusaram a oferta.

O Facebook, então, lançou seus clones, comprou tecnologias e incorporou funções do concorrente --ou usou seu app de fotos Instagram para isso. Mas não só Zuckerberg está nesse bonde: outros como o Twitter, Tinder e Microsoft vêm sistematicamente promovendo contra-ataques estratégicos ao "Snap". 

Veja abaixo um breve histórico dessa "guerra dos aplicativos".

Divulgação
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4° round: Tinder autodestrói fotos

Também em 2014, o app de paquera Tinder introduziu o recurso "Momentos". Cada vez que se desse o match, seria possível enviar imagens a serem automaticamente deletadas do celular de quem as recebeu. No Tinder, porém, a exclusão ocorria após 24 horas. O recurso não agradou e sumiu do app em 2015.

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