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Busca celular barato e que tem muito espaço pra foto? Veja melhores opções

Do UOL, em São Paulo

  • Getty Images/iStock

    Haja espaço para encher de foto naquele show que você gosta

    Haja espaço para encher de foto naquele show que você gosta

Por mais que falemos bastante nas reportagens de tecnologia sobre a importância de um bom processador ou da resolução da tela, existe uma especificação que os loucos por WhatsApp olham com muita atenção: a memória interna. Afinal, fotos e vídeos repassados no grupo da família acumulam muito espaço, e ficar limpando ou transferindo esses arquivos o tempo todo é bem chato.

O armazenamento amplo também interessa a quem usa bastante a câmera, principalmente para vídeos, que são os arquivos que mais ocupam espaço - quanto mais minutos de gravação, mais MB guardados.

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Quem estiver procurando um celular com bastante memória pode esbarrar no fator preço. Mas felizmente, modelos relativamente baratos e com 32 GB de armazenamento já estão tomando o mercado desde o ano passado. Isso é o dobro do padrão anterior do mercado e alguns modelos de 64 GB já começam a aparecer além dos modelos de luxo.

Além disso, vale prestar atenção se o modelo tem uma gaveta para pôr cartão de memória microSD - que permite expandir a memória para mais um bocado de gigabytes com um acessório extra - e uma boa memória RAM. Apesar de não servir para armazenar arquivos de forma definitiva, a RAM guarda dados de forma temporária para auxiliar nas tarefas do processador.

Veja abaixo a seleção do UOL Tecnologia para quem estiver procurando um celular com boa memória, lançado neste ano e que não supere o preço dos R$ 1.000. Como todos os modelos empataram nos 32 GB e também têm slot para cartão de memória, a ordem de preferência abaixo vai do pior ao melhor de acordo com as notas do UOL. Além de uma menção honrosa como bônus.

Quantum Muv UP (Positivo)

O modelo intermediário da Positivo traz como pontos positivos o sensor de digital preciso e o design bonito, além de ser um dos poucos desta lista com 3 GB de memória RAM. Como pontos negativos, a bateria demora para recarregar, a câmera principal é fraca e resolução de tela é apenas HD.

Leia a análise completa do modelo, que atualmente custa em média R$ 899 (mas há promoções por R$ 699 à vista).

K10 Novo e Q6 (LG) e Galaxy J7 Pro (Samsung)

Empatados na nota das análises, há de se notar as particularidades de cada um dos três modelos. O Q6 nas especificações é talvez o vitorioso: tem 3 GB de RAM e uma tela "infinita" com resolução Full HD que o destaca na multidão dos intermediários. Sem falar que o sistema de identificação de rosto: apesar de ser uma adaptação do recurso nativo do Android, é um charme que o aproxima dos tops de linha, pelo menos conceitualmente.

No entanto, o K10 Novo é um bom intermediário "pau pra toda obra" que custa uns R$ 250 mais barato que seu "primo" Q6. E se você não simpatiza com a LG por algum motivo, tem no J7 Pro uma opção no mesmo patamar de preço do Q6, com tela Amoled e câmera de abertura F/1.7. E ele te deixa usar dois WhatsApp ao mesmo tempo.

Leia a análise completa dos modelos K10 Novo, Q6* e Galaxy J5 Pro. Seus preços médios são, respectivamente, R$ 729, R$ 999 e R$ 949 (mas há promoções à vista).

* Observação: o UOL testou a versão LG Q6+, mas a diferença deste para o Q6 é apenas de preço e armazenamento: 32 GB / 3 GB de RAM, enquanto o modelo mais caro, com 64 GB /  4 GB de RAM, custa a partir de R$ 1.145 à vista.

Galaxy J5 Prime (Samsung)

Mais um Galaxy J da Samsung que joga bem em todas as posições dentro dos limites de um celular básico. As câmeras dão pro gasto, o desempenho é satisfatório e o corpo é leve, pequeno e bonito. O que é ruim: a tela touch e o sensor de digitais não funcionam muito bem, e a bateria poderia ser melhor (fica só no esquema dia-inteiro-de-uso).

Leia a análise completa do modelo, que atualmente custa em média R$ 759 (mas há promoções por R$ 628 à vista).

Galaxy J7 Prime (Samsung)

Um pouco melhor que o J5 Prime, este modelo tem corpo de metal em um design eficiente (embora ainda sem o estilo "tela infinita" dos modelos recentes da Samsung e LG), sensor de digitais e memória RAM de 3 GB. Já o processador é aquém do esperado, com engasgos nos games, e a câmera é apenas mediana.

Leia a análise completa do modelo, que atualmente custa em média R$ 989 (mas há promoções por R$ 809 à vista).

Moto G5 e G5 Plus (Motorola)

Velha conhecida do público brasileiro, a linha Moto G trouxe novamente bons modelos neste ano. Tanto o G5 Plus quanto sua versão mais barata contêm os mesmos 32 GB de armazenamento. A maior diferença é o processamento: o comum traz o chip inferior Snapdragon 430 (1,4 GHz) enquanto o G5 Plus vem com Snapdragon 625 (2 GHz).

A câmera do G5 comum também é um pouco inferior, com leitura de luz falha. Mas o Android quase puro da Motorola e sensor de digitais continuam sendo bons atrativos.

Leia a análise completa dos modelos Moto G5 e Moto G5 Plus. Seus preços médios são, respectivamente, R$ 849 e R$ 999 (mas há promoções à vista).

Menções honrosas: Zenfone 3 e Moto G5S Plus

Por que menções? Basicamente porque ambos furam o teto dos R$ 1.000 por pouco. Além disso, citamos apenas aparelhos de 2017 e abrimos uma exceção para o modelo da Asus do ano passado. Mas os dois smartphones merecem a citação por motivos diferentes.

O Zenfone 3 em versão com 64 GB já pode ser comprado por um pouco mais da faixa de preço estipulada aqui, enquanto o Moto G5S Plus tem os 32 GB dos modelos acima, mas vale a pena para quem quer gastar um pouco mais e com isso obter uma câmera dupla.

Leia a análise completa dos modelos Zenfone 3 e Moto G5S Plus. Seus preços médios são, respectivamente, R$ 1.055 e R$ 1.077 nas promoções à vista.

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